Concurso Sesc Ribeirão Preto-SP
ficha técnica e memorial
Concurso Sesc Ribeirão Preto-SP
ficha técnica e memorial
Concurso Sesc Ribeirão Preto-SP
ficha técnica e memorial
Ano:
2013
Local:
Ribeirão Preto - SP
Equipe:
Alexandre Ruiz da Rosa
Thais Saboia Martins
David Recio
Josep Ferrando Bramona
Haraldo Hauer Freudenberg
Felipe Zarpelon
Rodrigo Vinci Philippi
Consultores:
Eng. Ricardo Dias
Colocação:
3º colocado
Publicação:

Afasia

O projeto proposto responde ao desafio de reformar e atualizar funcionalmente a Unidade Sesc Ribeirão Preto. O termo de referência dita a conservação através de reforma patrimonial do conjunto (prédio principal e conjunto aquático) projetado pelo arquiteto Oswaldo Corrêa Gonçalves em 1966, como uma demonstração de reconhecimento aos atributos da arquitetura moderna presentes na obra deste autor.

REFORMAR O EXISTENTE: conservando estratégias de projeto

O edifício “principal” – o bloco longitudinal de dois pavimentos composto por uma série de pórticos – é a estrutura arquitetônica, de linguagem moderna, e de maior relevância a se conservar; e em torno da qual todo o novo conjunto projetado deve se integrar e buscar uma sintonia estética. Todo o partido, funcionamento e resultado formal do novo conjunto arquitetônico projetado derivaram de tal premissa. No entanto, o conjunto aquático descoberto é a estrutura moderna existente de menor relevância estrutural, e que necessita de maior revisão: por suas dimensões restritivas e ausência de túnel técnico. Neste caso, manter a atual configuração acabava sendo conflitante com os resultados esperados dos novos espaços compatíveis com um Sesc contemporâneo. Por isso, o projeto aqui proposto buscou, sobretudo, a conservação da relação volumétrica do conjunto aquático com o edifício “principal”, mas necessitou alterar a configuração final deste espaço externo: criando um novo embasamento para o conjunto aquático, feito com o cuidado de manter a essência da estratégia projetual de autoria do arquiteto Oswaldo Corrêa Gonçalves.

O PROGRAMA: estabelecendo hierarquias: existente x novo / principal x anexo

Para acomodar o novo programa de necessidades, que amplia em até seis vezes a área do Sesc existente, foi projetado um novo conjunto anexo composto de um edifício caixa vertical e um teatro. O edifício caixa tem sua forma quadrada em planta resultante do desenho da parcela, e da proporcionalidade obtida obedecendo a legislação municipal (R=H/6) e os gabaritos de altura do entorno. O novo conjunto assume seu caráter de edificação anexa, de forma a garantir o protagonismo, e em homenagem, à estrutura moderna existente. Para isso, seu impacto volumétrico é intencionalmente diluído/desmaterializado por sua fachada em brises, sua planta térrea é visualmente permeável e seus terraços jardins coroam e/ou separam os volumes. As estratégias adotadas surgiram de uma ambição formal de harmonia volumétrica, aliada às diretrizes de conforto térmico e sustentabilidade, numa releitura contemporânea da linguagem corbusiana adotada pelo arquiteto Oswaldo Corrêa Gonçalves.


Ano:
2013
Local:
Ribeirão Preto - SP
Autores:
Alexandre Ruiz da Rosa Thais Saboia Martins David Recio Josep Ferrando Bramona Haraldo Hauer Freudenberg Felipe Zarpelon Rodrigo Vinci Philippi
Consultores:
Eng. Ricardo Dias
Colocação:
3º colocado
Colocação:

Afasia

O projeto proposto responde ao desafio de reformar e atualizar funcionalmente a Unidade Sesc Ribeirão Preto. O termo de referência dita a conservação através de reforma patrimonial do conjunto (prédio principal e conjunto aquático) projetado pelo arquiteto Oswaldo Corrêa Gonçalves em 1966, como uma demonstração de reconhecimento aos atributos da arquitetura moderna presentes na obra deste autor.

REFORMAR O EXISTENTE: conservando estratégias de projeto

O edifício “principal” – o bloco longitudinal de dois pavimentos composto por uma série de pórticos – é a estrutura arquitetônica, de linguagem moderna, e de maior relevância a se conservar; e em torno da qual todo o novo conjunto projetado deve se integrar e buscar uma sintonia estética. Todo o partido, funcionamento e resultado formal do novo conjunto arquitetônico projetado derivaram de tal premissa. No entanto, o conjunto aquático descoberto é a estrutura moderna existente de menor relevância estrutural, e que necessita de maior revisão: por suas dimensões restritivas e ausência de túnel técnico. Neste caso, manter a atual configuração acabava sendo conflitante com os resultados esperados dos novos espaços compatíveis com um Sesc contemporâneo. Por isso, o projeto aqui proposto buscou, sobretudo, a conservação da relação volumétrica do conjunto aquático com o edifício “principal”, mas necessitou alterar a configuração final deste espaço externo: criando um novo embasamento para o conjunto aquático, feito com o cuidado de manter a essência da estratégia projetual de autoria do arquiteto Oswaldo Corrêa Gonçalves.

O PROGRAMA: estabelecendo hierarquias: existente x novo / principal x anexo

Para acomodar o novo programa de necessidades, que amplia em até seis vezes a área do Sesc existente, foi projetado um novo conjunto anexo composto de um edifício caixa vertical e um teatro. O edifício caixa tem sua forma quadrada em planta resultante do desenho da parcela, e da proporcionalidade obtida obedecendo a legislação municipal (R=H/6) e os gabaritos de altura do entorno. O novo conjunto assume seu caráter de edificação anexa, de forma a garantir o protagonismo, e em homenagem, à estrutura moderna existente. Para isso, seu impacto volumétrico é intencionalmente diluído/desmaterializado por sua fachada em brises, sua planta térrea é visualmente permeável e seus terraços jardins coroam e/ou separam os volumes. As estratégias adotadas surgiram de uma ambição formal de harmonia volumétrica, aliada às diretrizes de conforto térmico e sustentabilidade, numa releitura contemporânea da linguagem corbusiana adotada pelo arquiteto Oswaldo Corrêa Gonçalves.



Ano:
2013
Local:
Ribeirão Preto - SP
Autores:
Alexandre Ruiz da Rosa Thais Saboia Martins David Recio Josep Ferrando Bramona Haraldo Hauer Freudenberg Felipe Zarpelon Rodrigo Vinci Philippi
Consultores:
Eng. Ricardo Dias
Colocação:
3º colocado
Colocação:

Afasia

O projeto proposto responde ao desafio de reformar e atualizar funcionalmente a Unidade Sesc Ribeirão Preto. O termo de referência dita a conservação através de reforma patrimonial do conjunto (prédio principal e conjunto aquático) projetado pelo arquiteto Oswaldo Corrêa Gonçalves em 1966, como uma demonstração de reconhecimento aos atributos da arquitetura moderna presentes na obra deste autor.

REFORMAR O EXISTENTE: conservando estratégias de projeto

O edifício “principal” – o bloco longitudinal de dois pavimentos composto por uma série de pórticos – é a estrutura arquitetônica, de linguagem moderna, e de maior relevância a se conservar; e em torno da qual todo o novo conjunto projetado deve se integrar e buscar uma sintonia estética. Todo o partido, funcionamento e resultado formal do novo conjunto arquitetônico projetado derivaram de tal premissa. No entanto, o conjunto aquático descoberto é a estrutura moderna existente de menor relevância estrutural, e que necessita de maior revisão: por suas dimensões restritivas e ausência de túnel técnico. Neste caso, manter a atual configuração acabava sendo conflitante com os resultados esperados dos novos espaços compatíveis com um Sesc contemporâneo. Por isso, o projeto aqui proposto buscou, sobretudo, a conservação da relação volumétrica do conjunto aquático com o edifício “principal”, mas necessitou alterar a configuração final deste espaço externo: criando um novo embasamento para o conjunto aquático, feito com o cuidado de manter a essência da estratégia projetual de autoria do arquiteto Oswaldo Corrêa Gonçalves.

O PROGRAMA: estabelecendo hierarquias: existente x novo / principal x anexo

Para acomodar o novo programa de necessidades, que amplia em até seis vezes a área do Sesc existente, foi projetado um novo conjunto anexo composto de um edifício caixa vertical e um teatro. O edifício caixa tem sua forma quadrada em planta resultante do desenho da parcela, e da proporcionalidade obtida obedecendo a legislação municipal (R=H/6) e os gabaritos de altura do entorno. O novo conjunto assume seu caráter de edificação anexa, de forma a garantir o protagonismo, e em homenagem, à estrutura moderna existente. Para isso, seu impacto volumétrico é intencionalmente diluído/desmaterializado por sua fachada em brises, sua planta térrea é visualmente permeável e seus terraços jardins coroam e/ou separam os volumes. As estratégias adotadas surgiram de uma ambição formal de harmonia volumétrica, aliada às diretrizes de conforto térmico e sustentabilidade, numa releitura contemporânea da linguagem corbusiana adotada pelo arquiteto Oswaldo Corrêa Gonçalves.