Concurso SESC Franca-SP
ficha técnica e memorial
Concurso SESC Franca-SP
ficha técnica e memorial
Concurso SESC Franca-SP
ficha técnica e memorial
Ano:
2013
Local:
Franca-SP
Autores:
Alexandre Ruiz da Rosa
Felipe Zarpelon
Gustavo Vitores
Haraldo Hauer Freudenberg
Josep Ferrando Bramona
Rodrigo Vinci Philippi
Thais Saboia Martins
Colaboradores:
João Vitor de Paula Araújo
Consultores:
Eng. Eduardo Ribeiro
Eng. Ricardo Dias
Colocação:
10º colocado
Publicação:

Arquitectura Beta

Buscar a compatibilidade da estética com a ética institucional, ou seja, expressar valores que fundamentam a entidade.”

Entendendo o entorno

O partido adotado para a criação do SESC na municipalidade de Franca se guiou pela análise da paisagem existente, tanto do ponto de vista de leitura da ocupação urbana no entorno imediato, como pela paisagem natural - de forte declividade e amplas vistas.

O novo SESC precisava ser um elemento organizador - um MARCO URBANO - imbricado no tecido urbano existente, além de um novo equipamento que dialogue e renove a IDENTIDADE ao longo do rio-avenida e das ruas secundárias que circundam o terreno, criando um espaço fértil à cultura e as artes.

O partido gera a forma

O desafio foi PRESERVAR-TRANSFORMANDO e MINIMIZAR-POTENCIALIZANDO. Ou seja, preservar a paisagem natural e a atual leitura da topografia original de Franca, transformando o entorno positivamente com a inserção de novas funções urbanas. Além de minimizar os impactos naturais e paisagísticos no terreno, potencializando as funções internas necessárias para uma obra da complexidade de um SESC. A intenção é regenerar o entorno e criar um lugar de caráter público, através de uma praça aberta à cidade de Franca, que qualifica o vazio e configura o acesso principal ao equipamento.  Ao longo da Av. Dr. Ismael Alonso y Alonso foram propostas pequenas adequações: pontes estratégicas dos dois lados de via e ciclovia ao lado do rio, de modo a incentivar o acesso ao Complexo por pedestres e ciclistas. A forma resultante – a Barra- deriva da paralelidade com a via principal, compondo uma espécie de eixo de conexão com as vias laterais.

O partido adotado, portanto, agrega LEGIBILIDADE ao interior do centro e ao entorno urbano próximo através da HORIZONTALIDADE (Barra de atividades) sendo um marco horizontal que se acomoda à topografia, como contraponto ao fragmento das casinhas do entorno. Para atingir tais objetivos, optou-se por aproximar as áreas mais permeáveis visualmente (translúcidas) às cotas baixas do terreno. O projeto cria OLHOS (visibilidade: identificação das ações no entorno) para a rua nas cotas baixas através de transparências e vazios, ao mesmo tempo em que reforça o caráter desportivo das cotas altas (áreas descobertas) propiciando vistas e abrangência espaciais reveladoras tanto interna quanto externamente ao equipamento.

Por outro lado, os grandes equipamentos opacos - como o Ginásio e a Caixa Cênica do Cine-Teatro foram situados próximos à Rua Rio Grande do Sul, de forma a minimizar o deslocamento de terra necessário para sua implantação, relegando os blocos mais maciços para uma área de carga e descarga e acessos de serviços.

O programa setorizado pelas condicionantes físicas:

O desafio foi distribuir um programa de grandes áreas planas em um terreno inclinado. Assim, a organização das áreas se faz através da Grande praça aberta de acesso à Barra de atividades, por onde seguimos para os Grandes volumes opacos e ao Platô elevado de atividades descobertas.

 

Um percurso por todo o SESC que se desenvolve com perspectivas variadas (internas e externas), de caráter intencionalmente dinâmico, onde exterior (talude natural) e interior se harmonizam no encontro de grandes passarelas descobertas. Um espaço de transitividade, que favorece a circulação de modo auto-orientado, descontraído e agradável, garantindo a acessibilidade e integração dos setores.


Ano:
2013
Local:
Franca-SP
Autores:
Alexandre Ruiz da Rosa Felipe Zarpelon Gustavo Vitores Haraldo Hauer Freudenberg Josep Ferrando Bramona Rodrigo Vinci Philippi Thais Saboia Martins
Colaboradores:
João Vitor de Paula Araújo
Consultores:
Eng. Eduardo Ribeiro Eng. Ricardo Dias
Colocação:
10º colocado
Colocação:

Arquitectura Beta

Buscar a compatibilidade da estética com a ética institucional, ou seja, expressar valores que fundamentam a entidade.”

Entendendo o entorno

O partido adotado para a criação do SESC na municipalidade de Franca se guiou pela análise da paisagem existente, tanto do ponto de vista de leitura da ocupação urbana no entorno imediato, como pela paisagem natural - de forte declividade e amplas vistas.

O novo SESC precisava ser um elemento organizador - um MARCO URBANO - imbricado no tecido urbano existente, além de um novo equipamento que dialogue e renove a IDENTIDADE ao longo do rio-avenida e das ruas secundárias que circundam o terreno, criando um espaço fértil à cultura e as artes.

O partido gera a forma

O desafio foi PRESERVAR-TRANSFORMANDO e MINIMIZAR-POTENCIALIZANDO. Ou seja, preservar a paisagem natural e a atual leitura da topografia original de Franca, transformando o entorno positivamente com a inserção de novas funções urbanas. Além de minimizar os impactos naturais e paisagísticos no terreno, potencializando as funções internas necessárias para uma obra da complexidade de um SESC. A intenção é regenerar o entorno e criar um lugar de caráter público, através de uma praça aberta à cidade de Franca, que qualifica o vazio e configura o acesso principal ao equipamento.  Ao longo da Av. Dr. Ismael Alonso y Alonso foram propostas pequenas adequações: pontes estratégicas dos dois lados de via e ciclovia ao lado do rio, de modo a incentivar o acesso ao Complexo por pedestres e ciclistas. A forma resultante – a Barra- deriva da paralelidade com a via principal, compondo uma espécie de eixo de conexão com as vias laterais.

O partido adotado, portanto, agrega LEGIBILIDADE ao interior do centro e ao entorno urbano próximo através da HORIZONTALIDADE (Barra de atividades) sendo um marco horizontal que se acomoda à topografia, como contraponto ao fragmento das casinhas do entorno. Para atingir tais objetivos, optou-se por aproximar as áreas mais permeáveis visualmente (translúcidas) às cotas baixas do terreno. O projeto cria OLHOS (visibilidade: identificação das ações no entorno) para a rua nas cotas baixas através de transparências e vazios, ao mesmo tempo em que reforça o caráter desportivo das cotas altas (áreas descobertas) propiciando vistas e abrangência espaciais reveladoras tanto interna quanto externamente ao equipamento.

Por outro lado, os grandes equipamentos opacos - como o Ginásio e a Caixa Cênica do Cine-Teatro foram situados próximos à Rua Rio Grande do Sul, de forma a minimizar o deslocamento de terra necessário para sua implantação, relegando os blocos mais maciços para uma área de carga e descarga e acessos de serviços.

O programa setorizado pelas condicionantes físicas:

O desafio foi distribuir um programa de grandes áreas planas em um terreno inclinado. Assim, a organização das áreas se faz através da Grande praça aberta de acesso à Barra de atividades, por onde seguimos para os Grandes volumes opacos e ao Platô elevado de atividades descobertas.

 

Um percurso por todo o SESC que se desenvolve com perspectivas variadas (internas e externas), de caráter intencionalmente dinâmico, onde exterior (talude natural) e interior se harmonizam no encontro de grandes passarelas descobertas. Um espaço de transitividade, que favorece a circulação de modo auto-orientado, descontraído e agradável, garantindo a acessibilidade e integração dos setores.



Ano:
2013
Local:
Franca-SP
Autores:
Alexandre Ruiz da Rosa Felipe Zarpelon Gustavo Vitores Haraldo Hauer Freudenberg Josep Ferrando Bramona Rodrigo Vinci Philippi Thais Saboia Martins
Colaboradores:
João Vitor de Paula Araújo
Consultores:
Eng. Eduardo Ribeiro Eng. Ricardo Dias
Colocação:
10º colocado
Colocação:

Arquitectura Beta

Buscar a compatibilidade da estética com a ética institucional, ou seja, expressar valores que fundamentam a entidade.”

Entendendo o entorno

O partido adotado para a criação do SESC na municipalidade de Franca se guiou pela análise da paisagem existente, tanto do ponto de vista de leitura da ocupação urbana no entorno imediato, como pela paisagem natural - de forte declividade e amplas vistas.

O novo SESC precisava ser um elemento organizador - um MARCO URBANO - imbricado no tecido urbano existente, além de um novo equipamento que dialogue e renove a IDENTIDADE ao longo do rio-avenida e das ruas secundárias que circundam o terreno, criando um espaço fértil à cultura e as artes.

O partido gera a forma

O desafio foi PRESERVAR-TRANSFORMANDO e MINIMIZAR-POTENCIALIZANDO. Ou seja, preservar a paisagem natural e a atual leitura da topografia original de Franca, transformando o entorno positivamente com a inserção de novas funções urbanas. Além de minimizar os impactos naturais e paisagísticos no terreno, potencializando as funções internas necessárias para uma obra da complexidade de um SESC. A intenção é regenerar o entorno e criar um lugar de caráter público, através de uma praça aberta à cidade de Franca, que qualifica o vazio e configura o acesso principal ao equipamento.  Ao longo da Av. Dr. Ismael Alonso y Alonso foram propostas pequenas adequações: pontes estratégicas dos dois lados de via e ciclovia ao lado do rio, de modo a incentivar o acesso ao Complexo por pedestres e ciclistas. A forma resultante – a Barra- deriva da paralelidade com a via principal, compondo uma espécie de eixo de conexão com as vias laterais.

O partido adotado, portanto, agrega LEGIBILIDADE ao interior do centro e ao entorno urbano próximo através da HORIZONTALIDADE (Barra de atividades) sendo um marco horizontal que se acomoda à topografia, como contraponto ao fragmento das casinhas do entorno. Para atingir tais objetivos, optou-se por aproximar as áreas mais permeáveis visualmente (translúcidas) às cotas baixas do terreno. O projeto cria OLHOS (visibilidade: identificação das ações no entorno) para a rua nas cotas baixas através de transparências e vazios, ao mesmo tempo em que reforça o caráter desportivo das cotas altas (áreas descobertas) propiciando vistas e abrangência espaciais reveladoras tanto interna quanto externamente ao equipamento.

Por outro lado, os grandes equipamentos opacos - como o Ginásio e a Caixa Cênica do Cine-Teatro foram situados próximos à Rua Rio Grande do Sul, de forma a minimizar o deslocamento de terra necessário para sua implantação, relegando os blocos mais maciços para uma área de carga e descarga e acessos de serviços.

O programa setorizado pelas condicionantes físicas:

O desafio foi distribuir um programa de grandes áreas planas em um terreno inclinado. Assim, a organização das áreas se faz através da Grande praça aberta de acesso à Barra de atividades, por onde seguimos para os Grandes volumes opacos e ao Platô elevado de atividades descobertas.

 

Um percurso por todo o SESC que se desenvolve com perspectivas variadas (internas e externas), de caráter intencionalmente dinâmico, onde exterior (talude natural) e interior se harmonizam no encontro de grandes passarelas descobertas. Um espaço de transitividade, que favorece a circulação de modo auto-orientado, descontraído e agradável, garantindo a acessibilidade e integração dos setores.