Concurso Senge-RS
ficha técnica e memorial
Concurso Senge-RS
ficha técnica e memorial
Concurso Senge-RS
ficha técnica e memorial
Ano:
2014
Local:
Porto Alegre - RS
Autores:
Alexandre Ruiz da Rosa
Haraldo Hauer Freudenberg
Rodrigo Vinci Philippi
Thais Saboia Martins
Colaboradores:
André Bihuna D’Oliveira
Felipe Zarpelon
Designer Taciane Aparecida Micheten
Consultores:
Eng. Civil Ricardo Henrique Dias
Eng. Mecânico Aloísio Schmid
Eng. Elétrico Eduardo Ribeiro
Eng. Civil Rosângela Zanberlan

O partido arquitetônico adotado busca uma nova arquitetura que dialogue com a existente mantendo o seu caráter de inovação e transformando-se em um futuro ponto de referência para as transformações urbanas da região, ao aliar modernidade construtiva e diversidade de funções.

Este diálogo é obtido a partir do respeito aos terrenos lindeiros, entendidos como limites de extensão lateral e em altura, privilegiando a conformação de uma morfologia urbana uniforme, configurando a paisagem construída de toda a quadra. Neste gesto de unidade com seus vizinhos, o projeto arquitetônico traduz o caráter de justiça social reivindicado por esta entidade. A presente interpretação da legislação baseia-se nas Leis Complementares do PDDUA (Plano Diretor de Porto Alegre). Por outro lado, as condicionantes físicas do entorno orientaram o projeto na realização de um gesto de inflexão em sua fachada para a Rua Visconde Herval, de forma a preservar a histórica figueira situada em seu alinhamento frontal. Esta pequena quebra, que une os alinhamentos dos vizinhos e “abraça” a árvore, parte da atitude de desenvolver um projeto ecologicamente correto também em sua implantação.

Em traços gerais o partido se completa com a criação de um grande pátio central, que além de articular corretamente a distribuição do programa, permite regular o conforto térmico adequado aos espaços de trabalho, garantindo princípios de sustentabilidade e economia, ao minimizar o uso de equipamentos consumidores de energia. Este grande vazio também gera uma espacialidade que integra os diferentes andares e configura este novo edifício como um grande átrio de convívio, síntese espacial da integração dos profissionais com a sociedade civil.

O invólucro do edifício é uma grande cortina de vidro composta por esquadrias de alumínio com barreira térmica, intercaladas por aberturas com janelas de duplo pivô, que garantem a ventilação natural e a plástica ritmada das fachadas. Na fachada principal, orientada para norte, a cortina de vidro recebe uma proteção de brises-soleil compostos por tubos horizontais de cerâmica técnica na cor branca. Estes elementos criam uma luz difusa que reflete a luz solar e não absorve o calor, gerando um efeito de rerradiação.


Ano:
2014
Local:
Porto Alegre - RS
Autores:
Alexandre Ruiz da Rosa Haraldo Hauer Freudenberg Rodrigo Vinci Philippi Thais Saboia Martins
Colaboradores:
André Bihuna D’Oliveira Felipe Zarpelon Designer Taciane Aparecida Micheten
Consultores:
Eng. Civil Ricardo Henrique Dias Eng. Mecânico Aloísio Schmid Eng. Elétrico Eduardo Ribeiro Eng. Civil Rosângela Zanberlan

O partido arquitetônico adotado busca uma nova arquitetura que dialogue com a existente mantendo o seu caráter de inovação e transformando-se em um futuro ponto de referência para as transformações urbanas da região, ao aliar modernidade construtiva e diversidade de funções.

Este diálogo é obtido a partir do respeito aos terrenos lindeiros, entendidos como limites de extensão lateral e em altura, privilegiando a conformação de uma morfologia urbana uniforme, configurando a paisagem construída de toda a quadra. Neste gesto de unidade com seus vizinhos, o projeto arquitetônico traduz o caráter de justiça social reivindicado por esta entidade. A presente interpretação da legislação baseia-se nas Leis Complementares do PDDUA (Plano Diretor de Porto Alegre). Por outro lado, as condicionantes físicas do entorno orientaram o projeto na realização de um gesto de inflexão em sua fachada para a Rua Visconde Herval, de forma a preservar a histórica figueira situada em seu alinhamento frontal. Esta pequena quebra, que une os alinhamentos dos vizinhos e “abraça” a árvore, parte da atitude de desenvolver um projeto ecologicamente correto também em sua implantação.

Em traços gerais o partido se completa com a criação de um grande pátio central, que além de articular corretamente a distribuição do programa, permite regular o conforto térmico adequado aos espaços de trabalho, garantindo princípios de sustentabilidade e economia, ao minimizar o uso de equipamentos consumidores de energia. Este grande vazio também gera uma espacialidade que integra os diferentes andares e configura este novo edifício como um grande átrio de convívio, síntese espacial da integração dos profissionais com a sociedade civil.

O invólucro do edifício é uma grande cortina de vidro composta por esquadrias de alumínio com barreira térmica, intercaladas por aberturas com janelas de duplo pivô, que garantem a ventilação natural e a plástica ritmada das fachadas. Na fachada principal, orientada para norte, a cortina de vidro recebe uma proteção de brises-soleil compostos por tubos horizontais de cerâmica técnica na cor branca. Estes elementos criam uma luz difusa que reflete a luz solar e não absorve o calor, gerando um efeito de rerradiação.



Ano:
2014
Local:
Porto Alegre - RS
Autores:
Alexandre Ruiz da Rosa Haraldo Hauer Freudenberg Rodrigo Vinci Philippi Thais Saboia Martins
Colaboradores:
André Bihuna D’Oliveira Felipe Zarpelon Designer Taciane Aparecida Micheten
Consultores:
Eng. Civil Ricardo Henrique Dias Eng. Mecânico Aloísio Schmid Eng. Elétrico Eduardo Ribeiro Eng. Civil Rosângela Zanberlan

O partido arquitetônico adotado busca uma nova arquitetura que dialogue com a existente mantendo o seu caráter de inovação e transformando-se em um futuro ponto de referência para as transformações urbanas da região, ao aliar modernidade construtiva e diversidade de funções.

Este diálogo é obtido a partir do respeito aos terrenos lindeiros, entendidos como limites de extensão lateral e em altura, privilegiando a conformação de uma morfologia urbana uniforme, configurando a paisagem construída de toda a quadra. Neste gesto de unidade com seus vizinhos, o projeto arquitetônico traduz o caráter de justiça social reivindicado por esta entidade. A presente interpretação da legislação baseia-se nas Leis Complementares do PDDUA (Plano Diretor de Porto Alegre). Por outro lado, as condicionantes físicas do entorno orientaram o projeto na realização de um gesto de inflexão em sua fachada para a Rua Visconde Herval, de forma a preservar a histórica figueira situada em seu alinhamento frontal. Esta pequena quebra, que une os alinhamentos dos vizinhos e “abraça” a árvore, parte da atitude de desenvolver um projeto ecologicamente correto também em sua implantação.

Em traços gerais o partido se completa com a criação de um grande pátio central, que além de articular corretamente a distribuição do programa, permite regular o conforto térmico adequado aos espaços de trabalho, garantindo princípios de sustentabilidade e economia, ao minimizar o uso de equipamentos consumidores de energia. Este grande vazio também gera uma espacialidade que integra os diferentes andares e configura este novo edifício como um grande átrio de convívio, síntese espacial da integração dos profissionais com a sociedade civil.

O invólucro do edifício é uma grande cortina de vidro composta por esquadrias de alumínio com barreira térmica, intercaladas por aberturas com janelas de duplo pivô, que garantem a ventilação natural e a plástica ritmada das fachadas. Na fachada principal, orientada para norte, a cortina de vidro recebe uma proteção de brises-soleil compostos por tubos horizontais de cerâmica técnica na cor branca. Estes elementos criam uma luz difusa que reflete a luz solar e não absorve o calor, gerando um efeito de rerradiação.