Concurso Nova Biblioteca FD-USP
ficha técnica e memorial
Concurso Nova Biblioteca FD-USP
ficha técnica e memorial
Concurso Nova Biblioteca FD-USP
ficha técnica e memorial
Ano:
2013
Local:
São Paulo - SP
Autores:
Alexandre Ruiz da Rosa
Haraldo Hauer Freudenberg
Rodrigo Vinci Philippi
Thais Saboia Martins
Colaboradores:
André Bihuna
Felipe Zarpelon
Consultores:
Arq. Josep Ferrando Bramona
Eng. Ricardo Dias
Publicação:

Arquitectura Beta

A Biblioteca da Faculdade de Direito da USP dispõe atualmente de três localizações para o seu funcionamento: o prédio histórico, onde deve permanecer a biblioteca central; o edifício anexo IV – objeto do presente concurso para abrigar a biblioteca dos departamentos; e dois pavimentos disponíveis no edifício Cláudio Lembo – onde propusemos dispor parte do programa técnico de funcionamento administrativo da biblioteca. Esta dispersão espacial da Biblioteca da Faculdade de Direito é lida como elemento enriquecedor do entorno urbanoimediato, conferindo vitalidade ao espaço público do centro de São Paulo ao se apropriar das ruas existentes como espaço de conexão entre suas funções, sem necessidade de túneis, pontes ou passarelas. A universidade agrega à cidade e a cidade se beneficia da presença efetiva de sua comunidade acadêmica.


O presente projeto visa de forma pragmática adequar o edifício anexo IV para o novo uso proposto: abrigar a biblioteca dos departamentos, oferecendo franco acesso ao numeroso contingente de usuários (estudantes, pesquisadores e docentes), garantindo a possibilidade deampliação do acervo com projeção de crescimento para os próximos 50 anos, e minimizando, de certa forma, a atual fragmentação espacial administrativa.

A primeira decisão de projeto contemplou a ampliação do edifício, fazendo uso da maximização do potencial construtivo da edificação, através da unificação de suas lajes em planta única e adicionando cinco novos pavimentos, possíveis graças a uma nova estrutura metálica independente e ao reforço da estrutura de concreto existente, suportando assim a carga de uso do acervo e fluxo de pessoas. Esta ampliação obedeceu à necessidade de ampliar em aprox. 50% a área do edifício existente, considerando o programa solicitado e a previsão de ampliação do acervo para os próximos 50 anos.

Para a nova organização espacial e estrutural partimos da concepção de espaço servido e espaço servidor do renomado arquiteto Louis Kahn: plantas-tipos flexíveis para áreas de acervo e leitura e um novo núcleo rígido de serviços. O espaço servido dota a biblioteca de qualificação espacial ao priorizar os espaços de consulta e leitura. As áreas mais luminosas para noroeste e sudeste, fachada frontal e posterior, foram destinadas às áreas de leitura, por outro lado, o acervo bibliográfico fica protegido da incidência constante de luz ao ser organizado na área central de cada planta (reforçada estruturalmente).

Para dotar de conforto lumínico e térmico, a fachada noroeste foi revestida por uma nova pele composta por esquadrias metálicas ebandejas de luz de painéis de alumínio composto (ACM), estas últimas além de assegurar durabilidade e fácil manutenção, compõem plasticamente a edificação. As bandejas de luz rebatem a incidência solar e se prolongam na edificação através do mobiliário da área de leitura. As esquadrias metálicas de vedação de vidro foram pensadas como elementos fixos, uma vez que o edifício necessita de climatização artificial e isolamento acústico para o seu melhor funcionamento. Nas plantas-tipo de distribuição do acervo da biblioteca departamental, cada andar oferece aos usuários áreas de leitura coletiva, individuais (celinhas), privadas (salas herméticas), todas elas com vistas privilegiadas para a cidade de São Paulo. Os acervos divididos em mais de uma planta tipo foram conectados entre si por escadas helicoidais, mantendo-se deste modo a integridade espacial da coleção e facilitando a consulta às fontes.

espaço servidor é a otimização dos serviços num núcleo rígido paralelo à empena ocidental da edificação. Esta área permite que o edifício esteja qualificado tecnicamente com as novas tecnologias de intralogística de funcionamento de uma biblioteca inteligente, como o sistema: “book sorter” (sistema de esteiras rolantes para devolução e organização do acervo, compatível com os sistemas eletrônicos de gerenciamento de bibliotecas –“LMS” Library Management Systems). O projeto também sugere a adoção de sistemas eletrônicos de caixas de autoatendimento para consultas e empréstimos.

O projeto arquitetônico também prevê medidas de sustentabilidade que se adaptam harmoniosamente ao edifício com vistas a uma futura certificação: na laje de cobertura propõe-se um sistema de laje sombreada para captação de águas pluviais, que serão destinadas a reuso para sanitários e vestiários; propõe-se também a instalação de painéis fotovoltaicos para complementar a energia usada pelo edifício. Na cobertura do núcleo de serviços há a previsão para uma nova caixa d’água e um reservatório adicional para conter incêndios.


Ano:
2013
Local:
São Paulo - SP
Autores:
Alexandre Ruiz da Rosa Haraldo Hauer Freudenberg Rodrigo Vinci Philippi Thais Saboia Martins
Colaboradores:
André Bihuna Felipe Zarpelon
Consultores:
Arq. Josep Ferrando Bramona Eng. Ricardo Dias
Colocação:

Arquitectura Beta

A Biblioteca da Faculdade de Direito da USP dispõe atualmente de três localizações para o seu funcionamento: o prédio histórico, onde deve permanecer a biblioteca central; o edifício anexo IV – objeto do presente concurso para abrigar a biblioteca dos departamentos; e dois pavimentos disponíveis no edifício Cláudio Lembo – onde propusemos dispor parte do programa técnico de funcionamento administrativo da biblioteca. Esta dispersão espacial da Biblioteca da Faculdade de Direito é lida como elemento enriquecedor do entorno urbanoimediato, conferindo vitalidade ao espaço público do centro de São Paulo ao se apropriar das ruas existentes como espaço de conexão entre suas funções, sem necessidade de túneis, pontes ou passarelas. A universidade agrega à cidade e a cidade se beneficia da presença efetiva de sua comunidade acadêmica.


O presente projeto visa de forma pragmática adequar o edifício anexo IV para o novo uso proposto: abrigar a biblioteca dos departamentos, oferecendo franco acesso ao numeroso contingente de usuários (estudantes, pesquisadores e docentes), garantindo a possibilidade deampliação do acervo com projeção de crescimento para os próximos 50 anos, e minimizando, de certa forma, a atual fragmentação espacial administrativa.

A primeira decisão de projeto contemplou a ampliação do edifício, fazendo uso da maximização do potencial construtivo da edificação, através da unificação de suas lajes em planta única e adicionando cinco novos pavimentos, possíveis graças a uma nova estrutura metálica independente e ao reforço da estrutura de concreto existente, suportando assim a carga de uso do acervo e fluxo de pessoas. Esta ampliação obedeceu à necessidade de ampliar em aprox. 50% a área do edifício existente, considerando o programa solicitado e a previsão de ampliação do acervo para os próximos 50 anos.

Para a nova organização espacial e estrutural partimos da concepção de espaço servido e espaço servidor do renomado arquiteto Louis Kahn: plantas-tipos flexíveis para áreas de acervo e leitura e um novo núcleo rígido de serviços. O espaço servido dota a biblioteca de qualificação espacial ao priorizar os espaços de consulta e leitura. As áreas mais luminosas para noroeste e sudeste, fachada frontal e posterior, foram destinadas às áreas de leitura, por outro lado, o acervo bibliográfico fica protegido da incidência constante de luz ao ser organizado na área central de cada planta (reforçada estruturalmente).

Para dotar de conforto lumínico e térmico, a fachada noroeste foi revestida por uma nova pele composta por esquadrias metálicas ebandejas de luz de painéis de alumínio composto (ACM), estas últimas além de assegurar durabilidade e fácil manutenção, compõem plasticamente a edificação. As bandejas de luz rebatem a incidência solar e se prolongam na edificação através do mobiliário da área de leitura. As esquadrias metálicas de vedação de vidro foram pensadas como elementos fixos, uma vez que o edifício necessita de climatização artificial e isolamento acústico para o seu melhor funcionamento. Nas plantas-tipo de distribuição do acervo da biblioteca departamental, cada andar oferece aos usuários áreas de leitura coletiva, individuais (celinhas), privadas (salas herméticas), todas elas com vistas privilegiadas para a cidade de São Paulo. Os acervos divididos em mais de uma planta tipo foram conectados entre si por escadas helicoidais, mantendo-se deste modo a integridade espacial da coleção e facilitando a consulta às fontes.

espaço servidor é a otimização dos serviços num núcleo rígido paralelo à empena ocidental da edificação. Esta área permite que o edifício esteja qualificado tecnicamente com as novas tecnologias de intralogística de funcionamento de uma biblioteca inteligente, como o sistema: “book sorter” (sistema de esteiras rolantes para devolução e organização do acervo, compatível com os sistemas eletrônicos de gerenciamento de bibliotecas –“LMS” Library Management Systems). O projeto também sugere a adoção de sistemas eletrônicos de caixas de autoatendimento para consultas e empréstimos.

O projeto arquitetônico também prevê medidas de sustentabilidade que se adaptam harmoniosamente ao edifício com vistas a uma futura certificação: na laje de cobertura propõe-se um sistema de laje sombreada para captação de águas pluviais, que serão destinadas a reuso para sanitários e vestiários; propõe-se também a instalação de painéis fotovoltaicos para complementar a energia usada pelo edifício. Na cobertura do núcleo de serviços há a previsão para uma nova caixa d’água e um reservatório adicional para conter incêndios.



Ano:
2013
Local:
São Paulo - SP
Autores:
Alexandre Ruiz da Rosa Haraldo Hauer Freudenberg Rodrigo Vinci Philippi Thais Saboia Martins
Colaboradores:
André Bihuna Felipe Zarpelon
Consultores:
Arq. Josep Ferrando Bramona Eng. Ricardo Dias
Colocação:

Arquitectura Beta

A Biblioteca da Faculdade de Direito da USP dispõe atualmente de três localizações para o seu funcionamento: o prédio histórico, onde deve permanecer a biblioteca central; o edifício anexo IV – objeto do presente concurso para abrigar a biblioteca dos departamentos; e dois pavimentos disponíveis no edifício Cláudio Lembo – onde propusemos dispor parte do programa técnico de funcionamento administrativo da biblioteca. Esta dispersão espacial da Biblioteca da Faculdade de Direito é lida como elemento enriquecedor do entorno urbanoimediato, conferindo vitalidade ao espaço público do centro de São Paulo ao se apropriar das ruas existentes como espaço de conexão entre suas funções, sem necessidade de túneis, pontes ou passarelas. A universidade agrega à cidade e a cidade se beneficia da presença efetiva de sua comunidade acadêmica.


O presente projeto visa de forma pragmática adequar o edifício anexo IV para o novo uso proposto: abrigar a biblioteca dos departamentos, oferecendo franco acesso ao numeroso contingente de usuários (estudantes, pesquisadores e docentes), garantindo a possibilidade deampliação do acervo com projeção de crescimento para os próximos 50 anos, e minimizando, de certa forma, a atual fragmentação espacial administrativa.

A primeira decisão de projeto contemplou a ampliação do edifício, fazendo uso da maximização do potencial construtivo da edificação, através da unificação de suas lajes em planta única e adicionando cinco novos pavimentos, possíveis graças a uma nova estrutura metálica independente e ao reforço da estrutura de concreto existente, suportando assim a carga de uso do acervo e fluxo de pessoas. Esta ampliação obedeceu à necessidade de ampliar em aprox. 50% a área do edifício existente, considerando o programa solicitado e a previsão de ampliação do acervo para os próximos 50 anos.

Para a nova organização espacial e estrutural partimos da concepção de espaço servido e espaço servidor do renomado arquiteto Louis Kahn: plantas-tipos flexíveis para áreas de acervo e leitura e um novo núcleo rígido de serviços. O espaço servido dota a biblioteca de qualificação espacial ao priorizar os espaços de consulta e leitura. As áreas mais luminosas para noroeste e sudeste, fachada frontal e posterior, foram destinadas às áreas de leitura, por outro lado, o acervo bibliográfico fica protegido da incidência constante de luz ao ser organizado na área central de cada planta (reforçada estruturalmente).

Para dotar de conforto lumínico e térmico, a fachada noroeste foi revestida por uma nova pele composta por esquadrias metálicas ebandejas de luz de painéis de alumínio composto (ACM), estas últimas além de assegurar durabilidade e fácil manutenção, compõem plasticamente a edificação. As bandejas de luz rebatem a incidência solar e se prolongam na edificação através do mobiliário da área de leitura. As esquadrias metálicas de vedação de vidro foram pensadas como elementos fixos, uma vez que o edifício necessita de climatização artificial e isolamento acústico para o seu melhor funcionamento. Nas plantas-tipo de distribuição do acervo da biblioteca departamental, cada andar oferece aos usuários áreas de leitura coletiva, individuais (celinhas), privadas (salas herméticas), todas elas com vistas privilegiadas para a cidade de São Paulo. Os acervos divididos em mais de uma planta tipo foram conectados entre si por escadas helicoidais, mantendo-se deste modo a integridade espacial da coleção e facilitando a consulta às fontes.

espaço servidor é a otimização dos serviços num núcleo rígido paralelo à empena ocidental da edificação. Esta área permite que o edifício esteja qualificado tecnicamente com as novas tecnologias de intralogística de funcionamento de uma biblioteca inteligente, como o sistema: “book sorter” (sistema de esteiras rolantes para devolução e organização do acervo, compatível com os sistemas eletrônicos de gerenciamento de bibliotecas –“LMS” Library Management Systems). O projeto também sugere a adoção de sistemas eletrônicos de caixas de autoatendimento para consultas e empréstimos.

O projeto arquitetônico também prevê medidas de sustentabilidade que se adaptam harmoniosamente ao edifício com vistas a uma futura certificação: na laje de cobertura propõe-se um sistema de laje sombreada para captação de águas pluviais, que serão destinadas a reuso para sanitários e vestiários; propõe-se também a instalação de painéis fotovoltaicos para complementar a energia usada pelo edifício. Na cobertura do núcleo de serviços há a previsão para uma nova caixa d’água e um reservatório adicional para conter incêndios.