Concurso MuMA - Saboia+Ruiz Arquitetos - Curitiba - PR - Brasil



Concurso Expansão do Museu do Meio Ambiente
ficha técnica e memorial
Concurso Expansão do Museu do Meio Ambiente
ficha técnica e memorial
Concurso Expansão do Museu do Meio Ambiente
ficha técnica e memorial
Ano:
2010
Local:
Rio de Janeiro - RJ
Autores:
Alexandre Ruiz da Rosa
Armando Yoshio Ito
Haraldo Hauer Freudenberg
Josep Ferrando Bramona
Thais Saboia Martins
Colaboradores:
Rodrigo Vinci Philippi
Consultores:
Arq. Leandro Carlos Fernandes

“A luz difusa ao abrigo das árvores”

É com esta imagem em mente que o projeto de extensão do Museu do Meio Ambiente ganha materialidade. Criando espaços artificiais / construídos que oferecem ao visitante as gradações de penumbra, luz difusa e transparência que se desfruta ao sentar embaixo da copa de uma árvore.

Para tal efeito a pele dos novos edifícios é revestida por “cobogós” – peça cerâmica tradicional da arquitetura brasileira ‐ elemento que também joga um papel importante no controle do conforto térmico da edificação.

A volumetria surge da relação de respeito – entendido como preservação das visuais e hierarquias ‐ com os edifícios históricos, por meio do rebaixamento em altura. Por isso o Edifício do Museu de Longa Duração conta com um subterrâneo (em forma de piscina seca), o que possibilita a diversidade de espaços e efeitos lumínicos em suas salas, propiciando riqueza espacial ao futuro projeto museugráfico.

O novo edifício do Auditório e Administração emula a relação estabelecida pela Residência Pacheco Leão com o solo, implantado numa plataforma a 50 cm do chão.

A forma dos novos edifícios também é condicionada pela posição das árvores em seu entorno próximo. O “pau‐mulato” no caso do Museu de Longa Duração e a frutífera “lichia”, no caso do Edifício da Administração e Auditório. No primeiro, o projeto do museu abraça a árvore, cujo tronco esbelto e liso funciona como guia dos diversos pavimentos e direciona o percurso ao terraço‐café. Já no auditório, a árvore frutífera gera um recuo/recorte do edifício, que aproveita a sombra de sua copa como cobertura do terraço da área administrativa.

A proposta paisagística do complexo não se desvincula da arquitetônica, contribuindo para a permeabilidade do solo (pisos em concreto poroso e areia compactada), conectando as diferentes funções do complexo e conferindo identidade ao projeto.


Ano:
2010
Local:
Rio de Janeiro - RJ
Autores:
Alexandre Ruiz da Rosa Armando Yoshio Ito Haraldo Hauer Freudenberg Josep Ferrando Bramona Thais Saboia Martins
Colaboradores:
Rodrigo Vinci Philippi
Consultores:
Arq. Leandro Carlos Fernandes

“A luz difusa ao abrigo das árvores”

É com esta imagem em mente que o projeto de extensão do Museu do Meio Ambiente ganha materialidade. Criando espaços artificiais / construídos que oferecem ao visitante as gradações de penumbra, luz difusa e transparência que se desfruta ao sentar embaixo da copa de uma árvore.

Para tal efeito a pele dos novos edifícios é revestida por “cobogós” – peça cerâmica tradicional da arquitetura brasileira ‐ elemento que também joga um papel importante no controle do conforto térmico da edificação.

A volumetria surge da relação de respeito – entendido como preservação das visuais e hierarquias ‐ com os edifícios históricos, por meio do rebaixamento em altura. Por isso o Edifício do Museu de Longa Duração conta com um subterrâneo (em forma de piscina seca), o que possibilita a diversidade de espaços e efeitos lumínicos em suas salas, propiciando riqueza espacial ao futuro projeto museugráfico.

O novo edifício do Auditório e Administração emula a relação estabelecida pela Residência Pacheco Leão com o solo, implantado numa plataforma a 50 cm do chão.

A forma dos novos edifícios também é condicionada pela posição das árvores em seu entorno próximo. O “pau‐mulato” no caso do Museu de Longa Duração e a frutífera “lichia”, no caso do Edifício da Administração e Auditório. No primeiro, o projeto do museu abraça a árvore, cujo tronco esbelto e liso funciona como guia dos diversos pavimentos e direciona o percurso ao terraço‐café. Já no auditório, a árvore frutífera gera um recuo/recorte do edifício, que aproveita a sombra de sua copa como cobertura do terraço da área administrativa.

A proposta paisagística do complexo não se desvincula da arquitetônica, contribuindo para a permeabilidade do solo (pisos em concreto poroso e areia compactada), conectando as diferentes funções do complexo e conferindo identidade ao projeto.



Ano:
2010
Local:
Rio de Janeiro - RJ
Autores:
Alexandre Ruiz da Rosa Armando Yoshio Ito Haraldo Hauer Freudenberg Josep Ferrando Bramona Thais Saboia Martins
Colaboradores:
Rodrigo Vinci Philippi
Consultores:
Arq. Leandro Carlos Fernandes

“A luz difusa ao abrigo das árvores”

É com esta imagem em mente que o projeto de extensão do Museu do Meio Ambiente ganha materialidade. Criando espaços artificiais / construídos que oferecem ao visitante as gradações de penumbra, luz difusa e transparência que se desfruta ao sentar embaixo da copa de uma árvore.

Para tal efeito a pele dos novos edifícios é revestida por “cobogós” – peça cerâmica tradicional da arquitetura brasileira ‐ elemento que também joga um papel importante no controle do conforto térmico da edificação.

A volumetria surge da relação de respeito – entendido como preservação das visuais e hierarquias ‐ com os edifícios históricos, por meio do rebaixamento em altura. Por isso o Edifício do Museu de Longa Duração conta com um subterrâneo (em forma de piscina seca), o que possibilita a diversidade de espaços e efeitos lumínicos em suas salas, propiciando riqueza espacial ao futuro projeto museugráfico.

O novo edifício do Auditório e Administração emula a relação estabelecida pela Residência Pacheco Leão com o solo, implantado numa plataforma a 50 cm do chão.

A forma dos novos edifícios também é condicionada pela posição das árvores em seu entorno próximo. O “pau‐mulato” no caso do Museu de Longa Duração e a frutífera “lichia”, no caso do Edifício da Administração e Auditório. No primeiro, o projeto do museu abraça a árvore, cujo tronco esbelto e liso funciona como guia dos diversos pavimentos e direciona o percurso ao terraço‐café. Já no auditório, a árvore frutífera gera um recuo/recorte do edifício, que aproveita a sombra de sua copa como cobertura do terraço da área administrativa.

A proposta paisagística do complexo não se desvincula da arquitetônica, contribuindo para a permeabilidade do solo (pisos em concreto poroso e areia compactada), conectando as diferentes funções do complexo e conferindo identidade ao projeto.